O que o código realmente guarda
Um QR Code de RA contém um link comum; não há nada de especial no código em si. A realidade aumentada vem do que o link abre, como uma página da web que usa a câmera, um arquivo de modelo 3D que o celular consegue colocar no ambiente ou um app instalado.
Os usos comuns incluem prévias de produtos em embalagens, móveis mostrados em tamanho real num cômodo, extras de museus e exposições e cartazes ou cartões de felicitações animados.
Como a experiência é entregue
Há três caminhos comuns. A RA na web roda no navegador do celular, sem instalar nada, usando a câmera e, onde houver suporte, a WebXR Device API. No iPhone, o AR Quick Look pode colocar um modelo USDZ no ambiente direto de um link. No Android, o Scene Viewer faz o mesmo com modelos glTF ou GLB.
Qual caminho funciona depende do celular, do navegador e do formato do modelo, e por isso muitas páginas de RA detectam o dispositivo e escolhem a opção certa.
- RA na web, no navegador, incluindo WebXR onde disponível
- AR Quick Look no iOS, com arquivos USDZ
- Scene Viewer no Android, com arquivos glTF ou GLB
- Um app dedicado, aberto por meio de um deep link
O código como âncora
Alguns sistemas de RA também usam o código impresso, ou a arte ao redor dele, como alvo de rastreamento. A câmera reconhece a imagem e fixa o conteúdo virtual nela, de modo que uma animação parece estar sobre o cartaz ou a embalagem.
Essa é uma tarefa separada da leitura do link e funciona melhor com uma impressão plana e bem iluminada. Colocar o código onde as pessoas possam escaneá-lo com facilidade continua sendo o mais importante, já que nada acontece até que o link seja aberto.